“Mesmo se vocês [ocidentais] parassem de nos bombardear, nos aprisionando, nos torturando, nos vilipendiando e usurpando nossas terras, continuaríamos a odiá-lo porque nossa principal razão para odiá-los não cessará de existir até que vocês se convertam ao Islã”. Dãbiq Magazine do ISIS
“A ignorância mata e nas guerras trazem derrotas. Embora a ignorância não seja um crime para as pessoas comuns, o é para os profissionais de segurança nacional que possuem obrigações de estudar e conhecer o inimigo, suas táticas, armas, estratégias, identificar ameaças… E, na hierarquia social de responsabilidades e obrigações também compete aos meios de comunicações públicos e privados manter à população verdadeiramente bem informada sobre ações terroristas…”Stephen Coughlin Catastrophic Failure: Blindfolding America in the Face ohadf Ji
“Não podemos cometer o erro de ver o Islã apenas como uma religião, pois milhares de fatos atuais nos mostram que estamos diante de uma ‘ameaça planetária da jihad política’. Daí o porque da necessidade de analisarmos o Islã a partir da sua teologia política…” Dra. Donatella de Cesare Professora de Filosofia na Universidade de Roma, membro do conselho editorial da revista alemã Internationales Jahrbuch für Hermeneutik, e do Comitê Gestor da revista alemã Philosophisches Jahrbuch e das séries Wittgenstein-Studien
Prefácio Este artigo é uma tradução livre do resumo do livro do Dr. Peter Hammond: “Escravidão, Terrorismo e Islã: As Raízes Históricas e Ameaça Contemporânea.”
Quem desejar aprofundar seus conhecimentos nessa questão atual e de vital importância para as futuras gerações, sugiro a leitura desse livro fascinante e revelador. Fascinante porque possui respostas bem ilustradas e documentadas das antigas e repetidas táticas de controle e domínio do Islã: invasões, migrações, infiltrações, desordens, levantes, guerras internas e finalmente o domínio; e, revelador, porque nos mostra que uma revolução resultante do casamento de conveniências entre a esquerda européia (francesa/alemã e o islã, ocorrida no início da década de 70, está em curso! A formação da União Européia foi o primeiro grande resultado desse revolução.
Essa é uma revolução diferente, as armas são ideias e as munições são doutrinações marxistas aplicadas nos últimos 30/40 anos em campus universitários ocidentais e hoje nutrida pela grande mídia e por migrações em larga escala de muçulmanos para o Ocidente.
No passado a grande imprensa sobrevivia da venda de assinaturas e publicidades, hoje vive e prospera através de “patrocinios” não declarados e depositados em paraisos fiscais. Atualmente “o bom” jornalista, apresentar e/ou ancora não são áqueles que redigem os melhores textos, não são aqueles que apresentam as melhores notícias… mas aqueles doutrinados no maxismo que estão reescrevendo a história conforme ordenado por Max no passado. Estão construindo novas fundações para as sociedades futuras que se fartarão nas misérias divididas para a maioria enquanto as verdadeiras fortunas serão compartilhadas por algumas poucas dezenas de pessoas – os globalistas cujo objetivo final é um só planeta, um só povo e um só governo!
E por fim, não devemos esquecer que, de acordo com a tradição islâmica o Hijrah (jihad através da migração) iniciou com a viagem de Maomé e seus seguidores de Meca para Yathrib (atual Medina) em 622 dC. Foi depois dessa hijra que Maomé pela primeira vez se tornou não apenas um pregador de ideias religiosas, mas acima de tudo um líder político e militar. Foi essa a razão de “suas novas revelações” exortando seus seguidores a serem intransigentes e violentos contra incrédulos. Significativamente, o calendário islâmico inicia com a hijra e não com a data de nascimento de Maomé ou de sua primeira “revelação”, mas com o início do Islã religioso, político e militar, implicando que o Islã jamais foi uma religião sem os componentes político e militar. Frank Herles Matos
Por Dr. Peter Hammond * O Islã NÃO é uma religião e NEM MESMO um culto! É um sistema completo e integrado com componentes religiosos, legais, sociais, políticos, econômicos e militares. O componente religioso é o cavalo de troia [o engodo, a isca…] para todos os demais componentes.
O inicio da islamização de um pais ocorre quando há muçulmanos suficientes para se manifestarem em defesa de seus “direitos religiosos” que sempre acaba se confirmando como um engodo.
Quando sociedades politicamente corretas e culturalmente diversas concordam com as exigências “razoáveis” dos muçulmanos por seus “direitos religiosos”, [sem saberem] também recebem os outros componentes sob a mesa [num mesmo pacote]. Veja como funciona:
Os dados estatísticos do livro resumido neste artigo são da CIA: The World FactBook (2007).
O Lento, Permanente e Gradual Plano de Conquista de Dentro para Fora
População Muçulmana por país
Estágio 1 Em quaisquer pais, enquanto os muçulmanos compor entre 1% à 2% da população eles serão uma minoria pacífica, e não uma ameaça para quem quer que seja. Na verdade, eles podem ser apresentados em artigos e filmes, estereotipados por sua singularidade colorida:
01 Estados Unidos 1,0% 02 Australia 1,5% 03 Itália 1,5% 03 Canadá 1,9% 04 China 1,0 à 2,0% – Estimativa. Dados oficiais não disponíveis 05 Itália 1,5% 06 Noruega 1,8%
Estágio 2 Entre 2% à 4,6% – Iniciam movimentos para influenciar e converter minorias étnicas e grupos marginalizados com grandes recrutamentos nas prisões, gangues de rua e em favelas:
Estágio 3 A partir dos 4,6% – Iniciam à forçar uma influência política desproporcional à sua percentagem na população. Nessa fase, entre outros movimentos coordenados, eles iniciam a reivindicarem alimentos halal (limpa para os padrões islâmicos), garantindo assim os trabalhos de preparação de alimentos para os muçulmanos. Eles vão aumentar a pressão sobre os supermercados para caracterizá-lo em suas prateleiras – juntamente com ameaças por falha no cumprimento, como já ocorre na França.
Estágio 4 Neste ponto, eles vão trabalhar para os governos dos países onde nasçeram ou residam permitam-lhes viverem sob a Sharia, a Lei Islâmica. O objetivo final do Islã não é converter o mundo, mas estabelecer a Sharia sobre todo o mundo. Quando os muçulmanos atingirem 10% à 15% da população, aumentarão atos de ilegalidade como forma de queixas e protestos sobre “suas condições.” Exemplo: Paris – incêndios de carros. Qualquer ação não-muçulmana que ofenda o Islã resultará em revoltas e ameaças (desenhos animados de Maomé – Amesterdã).
01 Guiana __________ ___ 10,0% 02 Quênia ____ ____ 10,0% 03 Russia ______ 10% à 15,0% – Estimativa. Dados oficiais não disponíveis 04 Índia ____ ____ 13,4% 05 Israel _____________ 16,0%
Estágio 5 Depois dos 20% é esperado que os tumultos disparem, formações de milícia jihad, assassinatos esporádicos e queima de igrejas e sinagogas: Etiópia – Muçulmanos 32.8% Com 40%, inicia a ocorrer massacres generalizados, ataques de terror crônicos e guerra de milícias em curso:
Estágio 6 A partir de 60% você pode esperar perseguição desenfreada de não-crentes e outras religiões, esporádicos limpezas étnicas (genocídio), o uso da lei da Sharia como uma arma e o Jizya – imposto imposto aos infiéis:
Estágio 8 100% da população é muçulmana! Seria suposto iniciar a era de paz islâmica, a ‘Dar-es-Salaam’ – a Casa da Paz Islâmica. No entanto, isto jamais ocorreu, mesmo quando todos são muçulmanos:
Muitos se perguntam por que a ‘Dar-es-Salaam’ ainda não foi implantada nos países onde 100% da população são muçulmanos. Até o momento nenhum estudioso conseguiu responder essa questão altamente complexa, pois envolve elementos antropológicos, religiosos, culturais, educacionais, sociais, políticos e econômicos de várias comunidades islâmicas. No entanto, talvez o livro THE HAJ, escrito por Leon Uris entre 1981 à 1983, e publicado em 1984 por Ted Swedenberg, possa nos sugerir uma resposta aproximada a esta pergunta:
“Antes de completar nove anos eu já tinha aprendido o cânone básico da vida árabe: “Fui contra meu irmão; Eu e meu irmão fomos contra nosso pai; Minha família foi contra meus primos e o clã; O clã foi contra a tribo; a tribo contra o mundo e todos nós fomos contra o infiel.” Leon Uris, ‘The Haj’
Nota Apesar do ‘The Haj‘ ser uma novela de ficção foi baseada em memórias populares da população árabe que vivia na palestina na década de 80. “É uma história épica de amor, ódio, vingança, sofrimento e perdão. É um conto arrebatador de uma terra onde a vingança é sagrada, o ódio um sentimento nobre e a submissão da mulher uma obrigação social; uma história onde um governante árabe tenta salvar seu povo da destruição, mas não consegue salvá-los de si mesmos.”
Mais uma noticia sobre crianças que raia o absurdo! Saiu no Expresso de 11.02.2017 um artigo, súmula de noticias que já vinham saindo algum tempo, de mães que fazem queixa à ONU por lhes tirarem os filhos. Filhos cuja justiça não protege, mas as fazem segunda vez vitimas, como num país do terceiro mundo, são culpadas de serem vitimas. Se a mãe foge de casa por violência doméstica, e o pai continua arrondar as vitimas então tiram a criança da mãe como se fosse culpada, em vez de as protegerem. Tiram menores aos progenitores por qualquer palha em vez de ajudarem. Abonos de família são uma miséria, mas para pagar a instituições que vivem de retirar filhos aos pais já existe dinheiro chorudo. Um progenitor para visitar o filho institucionalizado tem de pagar 110 euros isso é loucura, o estado devia proporcionar alegrias a essas crianças permitindo-lhes serem visitadas por suas mães, não é impondo entraves tarados e por anos a fio pela infância toda. Não separem irmãos, fatria deve ser a melhor alegria que têm, seus interesses estão acima dos dos adultos, mesmo dos que adoptam. Estamos como no RU a criar uma sociedade de lobos a viver á custa de outros humanos mesmo menores, que nada podem contra um estado tirano. Quando acabam com estas burrices e o bom senso volta ?
No JN de 01.01.17, temos um caso de um casal em que lhes tiraram dois filhos já há 4 anos, na altura com ano e meio e dois anos e meio, porque o mais novo teve duas quedas de berço em seis meses de intervalo aquando sob cuidado do pai na altura desempregado, o mais velho ficou, entretanto nasceu mais um. Como pode um tribunal tirar duas crianças de seus progenitores por negligência (mas que apenas um teve duas vezes azares) e andar nesta modorra, duas crianças não podem estar tanto tempo na indefinição de vida, e isto por apenas a opinião de uma técnica da segurança social, já outra que acompanha os menores que estão com seus pais não teve a mesma opinião, ora esta ou se é negligente com todos ou com nenhum.
Filhos não devem ser retirados aos seus progenitores por qualquer palha, só por razoes muito sérias, e irmãos devem ficar sempre juntos em caos de adopção, não é separar por adoptantes diferentes. Senão acreditam em coincidências de acidentes, é que irmãos separados podem casar no futuro sem o saberem. Mais que não fosse por essa razão. Mas a fatria deve manter-se unida, nem que seja por afectos entre eles.
Ambos pais estão hoje empregados, têm casa, têm condições, têm dois filhos em casa (um deles bêbê) que raio pretende o tribunal para devolver as crianças, as seus pais e irmãos!!!!! Só porque uma técnica casmurra teima na sua opinião?!!!!
Há negócios aqui como na pouca vergonha do R.U. ????
Desde que existe a humanidade sempre houve pobres, seja lá o que isso significa. Não é razão para roubar uma filha ao seu progenitor, mas sim para ajudar a tirar da miséria quem não a quis; a condenar alguém se condene os políticos por não providenciarem ajuda conveniente nestes casos.
Não façamos a mesma loucura que trespassa o R.U. a raptarem/roubarem os filhos dos mais desprotegidos por aquela palha ou outras merdas, passar de 8 para 80 só provocam mal nas crianças não é assim que as ajudam. E ainda fazerem negócios obscuros com esses menores.
Felizmente ainda existe almas caridosas que sabem enxergar a realidade, almas cristãs na acepção da palavra, nesta época natalícia se prontificam-se a ajudar, para que o mal não vença.
Mal mais uma vez, vem de serviços do estado, e de juízes que não sabem fazer justiça ( seguir a letra da lei textualmente como os fanáticos dos textos religiosos, não é justiça ).
Natália Correia - intelectual, poeta, activista social açoriana, deputada à Assembleia da República pelo circulo do PPD (Partido Popular Democrático),faleceu em 16 de Março de 1993
As premonições de Natália
"A nossa entrada (na CEE) vai provocar gravíssimos retrocessos no país, a Europa não é solidária com ninguém, explorar-nos-á miseravelmente como grande agiota que nunca deixou de ser. A sua vocação é ser colonialista".
"A sua influência (dos retornados) na sociedade portuguesa não vai sentir-se apenas agora, embora seja imensa. Vai dar-se sobretudo quando os seus filhos, hoje crianças, crescerem e tomarem o poder. Essa será uma geração bem preparada e determinada, sobretudo muito realista devido ao trauma da descolonização, que não compreendeu nem aceitou, nem esqueceu. Os genes de África estão nela para sempre, dando-lhe visões do país diferentes das nossas. Mais largas mas menos profundas. Isso levará os que desempenharem cargos de responsabilidade a cair na tentação de querer modificar-nos, por pulsões inconscientes de, sei lá, talvez vingança!"
"Portugal vai entrar num tempo de subcultura, de retrocesso cultural, como toda a Europa, todo o Ocidente".
"Mais de oitenta por cento do que fazemos não serve para nada. E ainda querem que trabalhemos mais. Para quê? Além disso, a produtividade hoje não depende já do esforço humano, mas da sofisticação tecnológica".
"Os neoliberais vão tentar destruir os sistemas sociais existentes, sobretudo os dirigidos aos idosos. Só me espanta que perante esta realidade ainda haja pessoas a pôr gente neste desgraçado mundo e votos neste reaccionário centrão".
"Há a cultura, a fé, o amor, a solidariedade. Que será, porém, de Portugal quando deixar de ter dirigentes que acreditem nestes valores?"
"As primeiras décadas do próximo milénio serão terríveis. Miséria, fome, corrupção, desemprego, violência, abater-se-ão aqui por muito tempo. A Comunidade Europeia vai ser um logro. O Serviço Nacional de Saúde, a maior conquista do 25 de Abril, e Estado Social e a independência nacional sofrerão gravíssimas rupturas. Abandonados, os idosos vão definhar, morrer, por falta de assistência e de comida. Espoliada, a classe média declinará, só haverá muito ricos e muito pobres. A indiferença que se observa ante, por exemplo, o desmoronar das cidades e o incêndio das florestas é uma antecipação disso, de outras derrocadas a vir"."
Natália Correia
Nota: Todas as citações foram retiradas do livro "O Botequim da Liberdade", de Fernando Dacosta.
Vitimas de mais uma barbárie inclassificada, por parte de uns deficientes, que nostálgicos de uma época primitiva julgam poder ter a «máquina do tempo» e retornar a ela. Os tarados em nome de religiões (sejam qual for) mais merecem ser internados num hospício de doentes mentais.
Eles estão felizes em qualquer outro país no mundo que não está sob um governo muçulmano.
E quem eles culpam?
· Não o Islão · Não a liderança deles. · Não a si mesmos.
Culpam os países onde estão vivendo livremente e bem.
Isso é tão verdadeiro ... A democracia é realmente boa para eles:
Em uma democracia que eles podem viver confortavelmente, aproveitar a alta qualidade de vida que eles não construíram e nem trabalharam para ter. Podem manter seus costumes, desobedecem às leis, exploram os serviços sociais, fazem paródias de nossa política e de nossos tribunais. Geralmente, mordem a mão que os alimenta.
A questão é contraditória, paradoxal ! Eles tentam trazer seu sistema de vida falido e querem transformar os países que os acolheram no país que abandonaram em busca de uma vida melhor