Domingo, 21 de Outubro de 2012

Lição do Rato

de um email circulando:

 

 

Lição do Rato....Para pensar .....

 


Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote.

Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.
Ao descobrir que era ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:

- Há ratoeira na casa, ratoeira na casa !!

A galinha:

- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.

 

 

O rato foi até o porco e:
 
- Há ratoeira na casa, ratoeira !

- Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. será lembrado nas minhas orações.

O rato dirigiu-se à vaca e:
 
- Há ratoeira na casa!

- O que? Ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!

Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.
 
Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima.. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não percebeu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...
 
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital.
Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha.
O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
 
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.

A mulher não melhorou e acabou morrendo.
 
Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

 

Moral da História:

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco. 
 
O problema de um é problema de todos!

 

Pois... isto é algo muito frequente: é a prática corrente, no séc. XXI, em Portugal. O egoísmo é actualmente a coisa mais bem distribuída (em detrimento do bom senso, apregoado como tal por Descartes, no séc. 17).  Basta ver o tempo que se espera quando se trata de entrar numa estrada/rua quando vamos de carro: não há uma boa alma que abrande para que o próximo possa entrar. Esse é um bom indicador do nível de egoísmo existente.
 
Em relação à moral da história a tirar da fábula ocorre-me o seguinte:
há uns anos atrás, no período "socratiano" (de triste memória, como aliàs o foram todos - e, ao que tudo indica, soem continuar -  após o 25 de Abril à data presente) a única "classe" poupada aos atentados contra a função pública foi (médicos à parte - esses estão a ser atacados agora) a dos profs. Os profs foram a excepção. Alguém os viu a insurgir-se contra os ataques aos restantes funcionários públicos? Não. Apenas a regatear regalias em proveito próprio. E o que aconteceu agora aos profs? Estão-se a tramar como já todos os outros se haviam tramado e continuam. E agora, parece que o Carmo e a Trindade vai desabar, porque coitadinhos, estão a perder o lugarzinho, etc., etc. e dava jeito a muitos continuarem a pavonear-se pelas escolas e a ter um horário de 22h/semana quando os outros trabalham 40 e mais, sem receber nada pelas horas extra que são obrigados a fazer totalmente "pro bono".
Não tenho nada contra os profs. Trata-se apenas de referir um paradoxo. As pessoas funcionam nessa base: se estão bem os outros que se danem. Mas depois pode-lhes acontecer como aos animais desta fábula: por arrasto provarem da mesma receita.

 

publicado por raiodemundo às 22:55
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