Domingo, 24 de Maio de 2015

Que geração futura estamos a criar

Numa onda recente de noticias atrozes de comportamentos psicopatas (há falta de melhor palavra) de adolescentes, levam-nos a pensar como se pode chegar a este ponto? que valores têm? Adrenalina do poder ? É que têm idade suficiente para discernir o mal que fazem.

Não há dúvida que o comportamento das pessoas aquando em "matilha" leva-as a loucuras que sozinhas não o fariam, assim se viu com os nazis, como com imensos casos de extermínio que a história regista, em grupo/multidão os humanos podem ser levados a agir como um estouro de vacas loucas, são irracionais.

 

in http://observador.pt/2015/05/19/mexico-crianca-de-seis-anos-assassinada-brutalmente-por-grupo-de-adolescentes/

México: Criança de seis anos assassinada brutalmente por grupo de adolescentes

Um grupo de crianças estava a "brincar" ao sequestro e mataram uma criança de seis anos com facadas e estrangulamento. Os pormenores do assassinato são macabros e estão a deixar o México em raiva.

 

 

O México está revoltado com o assassinato cruel de uma criança de seis anos por um grupo de cinco adolescentes entre os 12 e os 15 anos. Um dos rapazes do grupo sugeriu que brincassem aos sequestros e a brincadeira foi longe demais.

A imprensa mexicana fala de um crime hediondo feito pelo grupo de adolescentes e conta que a criança de seis anos, que participava na “brincadeira” como o sequestrado, foi apunhalado 27 vezes e sujeito a torturas pelos mais velhos.

 

O assassinato de Christopher Raymundo Márquez aconteceu no início desta semana e a criança foi a enterrar sem que a família pudesse ver o corpo uma vez que estava irreconhecível com a tortura a que foi sujeito pelo grupo de três rapazes entre os 13 e os 15 anos e duas raparigas de 12.

A família diz que a criança era sociável: “Que isto não fique impune. Eles eram cinco de 13 e 15 anos, o meu menino era de seis, que poderia fazer? Ataram-no, esfaquearam-no, bateram-lhe. É uma coisa que não consigo conceber e enquanto avó peço justiça. Não os deixem livres”, disse ao jornal Omnia a avó Claudia Alvarado.

Este caso pôs o México a discutir a violência dos crimes naquele país e muito mais entre crianças e adolescentes.

 

 

Por cá, a mesma loucura:

 

O caso do jovem de Salvaterra de Magos que foi encontrado morto numa arrecadação, depois de ter sido brutalmente agredido, continua a chocar o país, não só pelo grau de violência envolvido, mas porque na base do crime estará a inveja pelas roupas e calçado de marca do rapaz de 14 anos.

 

E mais:

in http://visao.sapo.pt

Dias depois de o vídeo que mostra o adolescente, agora com 16 anos, a ser agredido, começam a chegar as respostas. À SIC, o jovem explica que tudo começou quando decidiu denunciar o comportamento que considerou incorreto da namorada de um amigo. "Meteu-se comigo", clarifica, acrescentando que decidiu contar ao amigo.

Na sequência dessa "denúncia", conta que foi abordado, através do Facebook, com uma mensagem com a indicação das horas a que deveria comparecer num local conhecido da Figueira da Foz. Se não o fizesse, "haveria consequências".

Sobre a falta de reação, o menor explica que estava à espera de apenas "uma ou duas pessoas" e que como, afinal, eram "bastantes", teve "receio". Fugir ou pedir ajuda "não lhe passou pela cabeça".

No filme, o agredido começa por levar dois estalos dados por uma rapariga, hoje com 15 anos e a principal agressora. Outra rapariga aproxima-se e, incentivada pelas amigas, dá três estalos ao jovem, mas depois recusa continuar e afasta-se, a rir.

O jovem, que ao longo do vídeo quase nunca esboça reacção, aparece junto a uma parede, com os braços caídos, mãos atrás das costas. É depois novamente agredido pela primeira rapariga com mais um estalo. A agressora diz: "Isto é força, isto é força? Queres ver com mais força?" e dá um murro e mais seis estalos ao rapaz enquanto as amigas riem.

Ouve-se a voz de outro rapaz que ordena: "Dá-lhe mais". A agressora responde: "Já dei". Mas o rapaz insiste: "Mas dá-lhe mais". A segunda rapariga regressa e aplica uma sucessão de sete estaladas à vítima, com a mão esquerda. Em alguns momentos, as agressões cessam, quando passa alguém na rua. A principal agressora reaparece e dá 10 estaladas seguidas à vítima enquanto as amigas continuam a rir.

"A mim não me apetece estar à chapada, apetece-me estar à porrada, sabes porquê? Porque tu meteste-me nojo", afirma. O rapaz questiona o porquê das agressões, alega que não fez nada e quem responde é o rapaz que se mantém quase sempre fora do plano da imagem: "Metes-te com ela, metes-te comigo", diz.

Até aos oito minutos do filme, volta a ser alvo da principal agressora, com oito murros, antes de se agarrar à cara e queixar-se de um dente. Depois, leva dois murros no peito e esboça, pela primeira vez, uma reacção de defesa. A rapariga ordena: "Tira a mão daí", dá-lhe uma joelhada nos genitais e pede ao rapaz que até então se tinha mantido fora da imagem para lhe agarrar as mãos. Manietado pelo outro jovem, a vítima é novamente agredida pela rapariga com um murro e um estalo e responde "Estejam quietos".

Já no final do vídeo, o jovem recebe um copo de água da agressora, que, a certa altura, parece preocupar-se com o rapaz: fala com ele, numa conversa inaudível mas, chamada pelas amigas, despede-se com um forte murro.

publicado por raiodemundo às 23:36
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